A Igreja não aprova os métodos anticoncepcionais artificiais (como pílulas, DIU, preservativos, laqueadura ou vasectomia), pois todos eles interrompem deliberadamente a potência procriativa do ato sexual, tornando-o fechado à vida.
“Todo ato matrimonial deve permanecer aberto à transmissão da vida.”
— Humanae Vitae, §11
Além disso, esses métodos muitas vezes incentivam uma visão utilitarista e hedonista da sexualidade, tratando o corpo como objeto de prazer e não como dom total ao outro.
A Igreja não é contra o planejamento familiar, mas propõe que ele seja feito com responsabilidade e amor, por meio de métodos naturais (como os métodos de ovulação e sintotérmicos), que respeitam a fisiologia do corpo e a dignidade do casal.
“O recurso aos ritmos naturais do ciclo fértil é expressão de um amor autêntico, que respeita a linguagem do corpo.”
— Papa João Paulo II, Teologia do Corpo