Muitos casais, embora abertos à vida, enfrentam a dolorosa cruz da infertilidade. Nestes casos, a Igreja convida à perseverança na oração e ao discernimento de outras formas de viver a fecundidade.
“A esterilidade física pode ser ocasião para outros serviços importantes à vida da pessoa humana.”
— Catecismo da Igreja Católica, §2379
Neste contexto, a adoção se apresenta como um caminho autêntico de abertura à vida. Não é um “plano B”, mas uma resposta generosa ao chamado de amar como Deus ama, acolhendo um filho que não foi gerado no corpo, mas pode ser gerado no coração.