A Igreja, ao falar em abertura à vida, não limita esta expressão ao ato de gerar biologicamente. Trata-se, na verdade, de uma disposição interior de acolher, servir e se doar.
Casais que escolhem viver o matrimônio com abertura à vida são chamados a:
não bloquear intencionalmente a fertilidade sem motivos graves;
discernir com generosidade o número de filhos que podem ter ou adotar;
viver a paternidade e a maternidade como vocações que santificam;
ver nos filhos um dom e não um direito ou um projeto pessoal.